segunda-feira, 19 de março de 2018

FORMAÇÃO SOBRE O ANO NACIONAL DO LAICATO


PARÓQUIA NOSSA SENHORA DAS GRAÇAS

FORMAÇÃO SOBRE O ANO NACIONAL DO LAICATO

     A Paróquia Nossa Senhora das Graças ofereceu uma Formação sobre o ano Nacional do Leigo com Frei Faustino Paludo, dias 17 e 18 de Março, no Centro de Formação João Paulo II. Onde participaram desta Formação um total de 160 pessoas entre elas representante das Pastorais, os Ministros da Palavra e Eucaristia e Liturgistas das comunidades. O estudo foi todo fundamentado no Documento 105 "Cristãos Leigos e Leigas na Igreja e na Sociedade" - Sal da terra e Luz do mundo!

     Para implementar esse compromisso, foi aprovado que o “Ano do Laicato” teria início na Solenidade de Cristo Rei, em 2017, com o término na Solenidade de Cristo Rei em 2018. No dia de Cristo Rei se celebra também o Dia Nacional dos Cristãos Leigos e Leigas. Trata-se, certamente, de uma oportunidade muito importante para que todos os sujeitos eclesiais e, portanto, a Igreja como um todo, cresçam na sinodalidade, na comunhão e na missão comum a todo o povo de Deus.
      A palavra Leigo (Laikós) é um membro do povo de Deus.
     "Cristãos não nascem - cristãos se tornam"
     No Novo testamento não aparece o termo leigo, nessa época os cristãos são aqueles que integram as comunidades cristãs se chamavam irmãos. "Estais preparados pois o reino de Deus está próximo" Mais do que valorizar o individuo - valorizava as comunidades; levavam a sério a vida de comunidade - se respeitavam se tratavam como verdadeiros irmãos. Sem nos encontrar, sem nos reunir não compreendemos a vida de cristãos.
     Antes os leigos eram ouvintes e expectadores - hoje todos participantes ativos. A igreja se apresenta como sinal e fermento na vida da sociedade.
     No concílio Vaticano II, teve como horizonte o intuito de ser sinal e compromisso de renovação e abertura; sua postura claramente pastoral e definiu-se por uma nova abertura aos cristãos leigos. O Concílio reconhece que todos membros da igreja são iguais pela graça do Batismo - O Concílio inverte a ordem e coloca em primeiro plano: 
  •      O Povo de Deus;
  •      O Sacerdócio comum dos fiéis;

      Tendo como fundamento o Batismo - perante a Igreja somos todos iguais o que nos diferencia uns dos outros é o Ministério. a renovação liturgica do Concílio destaca:
  •           A Liturgia como ação da igreja;
  •           A Assembleia como sujeito da Ação celebrativa;
  •           A participação ativa em base ao batismo;
  •           A comunidade reunida na diversidade de carismas, ministérios e serviços.

    Na realidade ser igreja significa ser sujeito, pois na comunidade eclesial cada cristão se encontra como membro.
      o que significa ser sujeito? É o braço da Igreja no mundo. 
        Os leigos Não são da Igreja mas são a Própria Igreja.

    Nosso agradecimento a todos que participaram, aos Agentes da Paróquia, Irmãs e Freis Capuchinhos, ao nosso Pároco Frei José Angelo Mascarello e ao Frei Faustino Paludo que nos brindou com essa belíssima formação. A todos Paz e Bem e as Bençãos de Deus!


































terça-feira, 13 de fevereiro de 2018

ABERTURA DA CAMPANHA DA FRATERNIDADE 2018


Obs.: Nas demais Comunidades haverá Celebração da Palavra com distribuição das cinzas conforme programação previamente informada na celebração de domingo;

sexta-feira, 9 de fevereiro de 2018

REPASSE DA CAMPANHA DA FRATERNIDADE 2018

CAMPANHA DA FRATERNIDADE DE 2018
Tema: “Fraternidade e superação da violência”
Lema: “Vós sois todos irmãos” (Mt 23,8).

A Paróquia Nossa Senhora das Graças realizou no dia 06 de fevereiro o repasse da Campanha da Fraternidade 2018, no Centro de Formação João Paulo II que contou com a presença de várias lideranças. O repasse contou com assessoria de Kátia Maria e do Seminarista de nossa Diocese, Sérgio Magno, vindo do Seminário na cidade de Cuiabá. Frei José Ângelo Mascarello, nosso Pároco, agradeceu a presença das Irmãs Marines e Arlete e de todos os paroquianos e desejou a todos uma abençoada semana!
• O tema pretende considerar que a violência nunca constitui uma resposta justa.
• A Igreja Católica proclama, com a convicção de sua fé em Cristo e com a consciência de sua missão, que a violência é um mal, que a violência é inaceitável como solução para os problemas, que a violência não é digna do homem.
• A violência é mentira que se opõe à verdade de nossa fé, à verdade de nossa humanidade.
• A violência destrói o que ambiciona defender: a dignidade, a vida, a liberdade dos seres humanos.
O Objetivo Geral da Campanha da Fraternidade 2018 é: “Constituir a fraternidade, promovendo a cultura da paz, da reconciliação e da justiça, à luz da Palavra de Deus, como caminho de superação da violência”.
Objetivos Específicos:
a) Anunciar a Boa-Nova da fraternidade e da paz, estimulando ações concretas que expressem a conversão e a reconciliação no espírito quaresmal;
b) Analisar as múltiplas formas de violência, especialmente as provocadas pelo tráfico de drogas considerando suas causas e consequências na sociedade brasileira;
c) Identificar o alcance da violência, nas realidades urbana e rural de nosso país, propondo caminhos de superação, a partir do diálogo, da misericórdia e da justiça, em sintonia com o Ensino Social da Igreja;
d) Valorizar a família e a escola como espaços de convivência fraterna, de educação para a paz e de testemunho do amor e do perdão;
e) Identificar, acompanhar e reivindicar políticas públicas para superação da desigualdade social e da violência;
f) Estimular as comunidades cristãs, pastorais, associações religiosas e movimentos eclesiais ao compromisso com ações que levem à superação da violência;
g) Apoiar os centros de direitos humanos, comissões de justiça e paz, conselhos paritários de direitos e organizações da sociedade civil que trabalham para a superação da violência.
A Campanha usa o método conhecido de “Ver, Julgar e Agir” para analisar a situação da violência no país.
A parte titulada “Ver” contém três subdivisões:
I.                   As múltiplas formas da violência;
II.                A violência como sistema no Brasil; e
III.             As vítimas da violência no Brasil contemporâneo.

O texto-base da CF cita os tipos de violência sofridos pelas vítimas no Brasil contemporâneo. A lista é longa:
- Violência racial, doméstica, religiosa, no trânsito, contra jovens e mulheres, violência sexual e tráfico humano, violência e narcotráfico, violência policial, violência contra os trabalhadores rurais e contra os povos tradicionais etc.

O setor da CF titulado “Julgar”
- Apresenta a fundamentação religiosa para evitar a violência. A violência é um tema abundante na Sagrada Escritura especialmente no Antigo Testamento.
- O texto-base da CF oferece um riquíssimo estudo sobre isso. Porém, é no Novo Testamento que Jesus anuncia o evangelho da reconciliação e da paz.
- “Os escritos do Novo Testamento nasceram à luz da Páscoa de Jesus e todos a refletem de alguma forma. O centro do Novo Testamento é Jesus que é por excelência uma pessoa Não violenta. Por isso, não se encontra nenhum tipo de incentivo à violência em suas páginas”.

Finalmente, no setor titulado “Agir” encontramos ações para a superação da violência.
- “A superação da violência nasce da relação com o outro.
- O primeiro lugar onde o ser humano aprende a se relacionar é na família”, portanto sua importância na luta contra a violência.
AGIR - Dividido em 3 eixos: Pessoa e Família; Comunidade e Sociedade:
01 – Pessoa e família e a superação da violência
a – Conversão pessoal e familiar à cultura da não violência.
b – Cultura da empatia: não somos adversários, mas irmãos.

02 – Comunidade e a superação da violência
a – As conquistas e experiências da comunidade eclesial na superação da violência
b – As obras sociais da comunidade eclesial como caminho para a superação da violência.
c – Promoção eclesial de uma espiritualidade que desperte para superação da violência.
d – Ecumenismo e Diálogo inter-religioso como caminho de superação da intolerância religiosa.
03 – A sociedade e a superação da violência
a – As diversas iniciativas sociais como promotoras da cultura.

https://portalkairos.org/campanha-da-fraternidade-2018-texto-base