segunda-feira, 2 de abril de 2018

Sexta-feira Santa


A Sexta-feira Santa é o dia em que celebra-se a morte de Cristo




    A espiritualidade da Sexta-feira Santa
Neste dia, Sexta-feira Santa, que os antigos chamavam de “Sexta-feira Maior”, quando celebramos a Paixão e Morte de Jesus, o silêncio, o jejum  e a oração devem marcar este momento. Ao contrário do que muitos pensam, a Paixão não deve ser vivida em clima de luto, mas de profundo respeito e meditação diante da morte do Senhor que, morrendo, foi vitorioso e trouxe a salvação para todos, ressurgindo para a vida eterna. É preciso manter um “silêncio interior” aliado ao jejum e à abstinência de carne. Deve ser um dia de meditação, de contemplação do amor de Deus que nos “deu o Seu Filho único para que quem n’Ele crer não pereça, mas tenha a vida eterna” (Jo 3,16). É um dia em que as diversões devem ser suspensas, os prazeres, mesmo que legítimos, devem ser evitados.
A meditação da Paixão do Senhor deve mostrar-nos o quanto é hediondo o pecado. É contemplando o Senhor na Cruz, destruído, flagelado, coroado de espinhos, abandonado, caluniado, agonizante até a morte, que entendemos quão terrível é o pecado. Não é sem razão que o Catecismo diz que pecado é “a pior realidade para o mundo, para o pecador e para a Igreja”. É por isso que Cristo veio a este mundo para ser imolado como o “Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo” (Jo 1,29). Só Ele poderia oferecer à Justiça Divina uma oblação de valor infinito que reparasse todos os pecados de todos os homens de todos os tempos e lugares.

Celebração das 15 horas

O ponto alto da Sexta-feira Santa é a celebração das 15 horas, horário em que Jesus foi morto. É a principal cerimônia do dia: a Paixão do Senhor. Ela consta de três partes: liturgia da Palavra, adoração da cruz e comunhão eucarística. Nas leituras, meditamos a Paixão do Senhor, narrada pelo evangelista São João (cap. 18), mas também, prevista pelos profetas que anunciaram os sofrimentos do Servo de Javé. Isaías (52,13-53) coloca, diante de nossos olhos, “o Homem das dores”, “desprezado como o último dos mortais”, “ferido por causa dos nossos pecados, esmagado por causa de nossos crimes”. Deus morreu por nós em forma humana.
Neste dia, podemos também meditar, com profundidade, as “sete palavras de Cristo na Cruz” antes de sua morte. É como um testamento d’Ele:
“Pai, perdoa-lhes, pois não sabem o que fazem”;
“Em verdade te digo: hoje estarás comigo no Paraíso”;
“Mulher, eis aí o Teu filho (…) Eis aí a Tua Mãe”;
“Tenho Sede!”;
“Eli, Eli, lema sabachtani? – Meu Deus, Meu Deus, por que Me abandonastes?”;
“Tudo está consumado!”;
“Pai, em tuas mãos entrego o meu Espírito!”.
A Paróquia Nossa Senhora das Graças realizou a Celebração da Paixão, ás 15h desta Sexta-feira Santa na Comunidade Nossa Senhora das Graças onde houve participação das comunidades que fazem parte da Paróquia. Os jovens da Pastoral da Juventude fizeram a Encenação da Via Sacra. 


















 

















  


segunda-feira, 19 de março de 2018

FORMAÇÃO SOBRE O ANO NACIONAL DO LAICATO


PARÓQUIA NOSSA SENHORA DAS GRAÇAS

FORMAÇÃO SOBRE O ANO NACIONAL DO LAICATO

     A Paróquia Nossa Senhora das Graças ofereceu uma Formação sobre o ano Nacional do Leigo com Frei Faustino Paludo, dias 17 e 18 de Março, no Centro de Formação João Paulo II. Onde participaram desta Formação um total de 160 pessoas entre elas representante das Pastorais, os Ministros da Palavra e Eucaristia e Liturgistas das comunidades. O estudo foi todo fundamentado no Documento 105 "Cristãos Leigos e Leigas na Igreja e na Sociedade" - Sal da terra e Luz do mundo!

     Para implementar esse compromisso, foi aprovado que o “Ano do Laicato” teria início na Solenidade de Cristo Rei, em 2017, com o término na Solenidade de Cristo Rei em 2018. No dia de Cristo Rei se celebra também o Dia Nacional dos Cristãos Leigos e Leigas. Trata-se, certamente, de uma oportunidade muito importante para que todos os sujeitos eclesiais e, portanto, a Igreja como um todo, cresçam na sinodalidade, na comunhão e na missão comum a todo o povo de Deus.
      A palavra Leigo (Laikós) é um membro do povo de Deus.
     "Cristãos não nascem - cristãos se tornam"
     No Novo testamento não aparece o termo leigo, nessa época os cristãos são aqueles que integram as comunidades cristãs se chamavam irmãos. "Estais preparados pois o reino de Deus está próximo" Mais do que valorizar o individuo - valorizava as comunidades; levavam a sério a vida de comunidade - se respeitavam se tratavam como verdadeiros irmãos. Sem nos encontrar, sem nos reunir não compreendemos a vida de cristãos.
     Antes os leigos eram ouvintes e expectadores - hoje todos participantes ativos. A igreja se apresenta como sinal e fermento na vida da sociedade.
     No concílio Vaticano II, teve como horizonte o intuito de ser sinal e compromisso de renovação e abertura; sua postura claramente pastoral e definiu-se por uma nova abertura aos cristãos leigos. O Concílio reconhece que todos membros da igreja são iguais pela graça do Batismo - O Concílio inverte a ordem e coloca em primeiro plano: 
  •      O Povo de Deus;
  •      O Sacerdócio comum dos fiéis;

      Tendo como fundamento o Batismo - perante a Igreja somos todos iguais o que nos diferencia uns dos outros é o Ministério. a renovação liturgica do Concílio destaca:
  •           A Liturgia como ação da igreja;
  •           A Assembleia como sujeito da Ação celebrativa;
  •           A participação ativa em base ao batismo;
  •           A comunidade reunida na diversidade de carismas, ministérios e serviços.

    Na realidade ser igreja significa ser sujeito, pois na comunidade eclesial cada cristão se encontra como membro.
      o que significa ser sujeito? É o braço da Igreja no mundo. 
        Os leigos Não são da Igreja mas são a Própria Igreja.

    Nosso agradecimento a todos que participaram, aos Agentes da Paróquia, Irmãs e Freis Capuchinhos, ao nosso Pároco Frei José Angelo Mascarello e ao Frei Faustino Paludo que nos brindou com essa belíssima formação. A todos Paz e Bem e as Bençãos de Deus!


































terça-feira, 13 de fevereiro de 2018

ABERTURA DA CAMPANHA DA FRATERNIDADE 2018


Obs.: Nas demais Comunidades haverá Celebração da Palavra com distribuição das cinzas conforme programação previamente informada na celebração de domingo;