terça-feira, 29 de março de 2016

SEXTA-FEIRA SANTA - 25 DE MARÇO DE 2016

SEXTA-FEIRA DA PAIXÃO

Na Sexta-feira Santa, a Igreja recorda a Morte do Salvador. É celebrada a Solene Ação Litúrgica, Paixão e Adoração da Cruz. A celebração da morte do Senhor consiste, resumidamente, na adoração de Cristo crucificado, precedida por uma liturgia da Palavra e seguida pela comunhão eucarística dos participantes. A Igreja exorta os fiéis a que neste dia observem alguns sinais de penitência, em respeito e veneração pela morte de Cristo. Assim, convida-os à prática do jejum e da abstinência da carne e qualquer tipo de ato que se refira a Prazer. Exercícios piedosos, como a Via Sacra e a Oração do Santo Rosário, que são também recomendados como forma de assinalar este dia especialmente importante para a fé cristã.
A Paróquia Nossa Senhora das Graças realizou com todas as comunidades a celebração da Paixão de Nosso Senhor Jesus Cristo, teve a encenação apresentada pela Pastoral da Juventude.


















sexta-feira, 19 de fevereiro de 2016

1º ENCONTRO DE FORMAÇÃO PARA CATEQUISTAS 2016

1º ENCONTRO DE FORMAÇÃO PARA CATEQUISTAS 2016

Aconteceu no Centro de Formação João Paulo II o primeiro Encontro de formação para Catequistas da Paróquia Nossa Senhora das Graças e o tema desse encontro foi "O Ano Santo da Misericórdia", onde os catequistas presentes fizeram grupos e cada grupo apresentou o que entendeu dos capítulos destinados ao estudo do documento "MISERICORDIAE VULTUS - O Ano Santo da Misericórdia" escrito por Papa Francisco, pois estamos vivenciando desde o dia 08 de dezembro o ano da misericórdia.

Em seu documento Francisco enfatizou o sentido desse Ano Santo: um tempo favorável para contemplar a misericórdia divina que ultrapassa qualquer limite humano. Mas esse período só será realmente favorável se as pessoas escolherem o que agrada a Deus: perdoar seus filhos, usar de misericórdia para com eles para que possam ser misericordiosos para com os outros.
Seja na sociedade, no trabalho e até mesmo na família, a humanidade precisa urgentemente de misericórdia, disse o Santo Padre. Alguns podem até dizer que há problemas mais urgentes para serem resolvidos e Francisco reconhece isso, mas lembrou que na raiz da falta de misericórdia está o amor próprio.
“No mundo, isso toma a forma da busca exclusiva dos próprios interesses, dos prazeres e honras unidos à vontade de acumular riquezas, enquanto na vida dos cristãos se disfarça muitas vezes de hipocrisia e mundanidade. Todas essas coisas são contrárias à misericórdia”.
Por isso mesmo, Francisco destacou a necessidade das pessoas reconhecerem seus pecados para experimentarem a misericórdia de Deus. “É necessário reconhecer ser pecador para reforçar em nós a certeza da misericórdia divina”. E ele ensinou uma oração simples para que se faça isso diariamente: “Senhor, eu sou um pecador, eu sou uma pecadora, venha com a sua misericórdia”.
O Santo Padre disse que seu desejo nesse Ano Santo é que cada um faça experiência da misericórdia divina. Aos olhos do homem, disse, pode até parecer ingênuo pensar que isso possa mudar o mundo, mas aquilo que é fraqueza de Deus é mais forte que o homem.
Foram distribuídos para os catequistas 13 indicações práticas para esse Ano da Misericórdia
  1. Anunciar a misericórdia de Deus, realizar peregrinações;
  2. Ir ao encontro de quem vive nas periferias existenciais
  3. Refletir e praticar as obras de misericórdia corporal e espiritual;
  4. A oração, o Jejum e a caridade;
  5. Realizar as "24" horas para o Senhor;
  6. Participar do Sacramento da Confissão;
  7. Acolher os missionários da Misericórdia enviados pelo Papa;
  8. Perdoar de todo o coração a todos;
  9. Superar a corrupção;
  10. Receber a indulgencia;
  11. Participar da Eucaristia;
  12. Buscar fortalecer o Ecumenismo e o diálogo religioso;
  13. Converter-se.





















sexta-feira, 12 de fevereiro de 2016

CAMPANHA DA FRATERNIDADE ECUMÊNICA 2016

TEMA: CASA COMUM NOSSA RESPONSABILIDADELEMA: QUERO VER O DIREITO BROTAR COMO FONTE E CORRER A JUSTIÇA QUAL RIACHO QUE NÃO SECA. Am 5,24
As Comunidades da Paróquia Nossa Senhora das Graças fizeram no dia 10 de fevereiro de 2016, na Quarta-feira de Cinzas, a Abertura da Campanha da Fraternidade.
Todos os anos as Campanhas das Fraternidades trazem, como lemas, uma “indagação” bíblica, acerca da temática, forma de sermos iluminados pela Palavra. Compreendamos Deus falando a nós por meio das Igrejas e de seus pastores e pastoras;
É o vínculo FÉ e VIDA, para uma ação concreta durante e pós a quaresma. A campanha não se limita aos 40 dias, mas é um instituto constante; É preciso refletir de acordo com a realidade de cada lugar. Para nós, Igrejas da Amazônia, a C.F.E deve ter um caráter diferenciado por estarmos no berço da biodiversidade. “ Quero ver o direito brotar como fonte e correr a justiça qual riacho que não seca”. (Am 5, 24);
O profeta está vivendo em um contexto político de crise, mesmo num reinado de “prosperidade”, no qual nem o direito e nem a justiça estão a serviço dos pobres; A profecia de Amós surge por volta de 760 a.C, denunciando situações de injustiça social e exploração por meio da religião também;
Ele “ataca” tanto os opressores de Israel e de Judá, quanto às nações vizinhas que exploram os pobres; Ele denuncia os que falsificam o peso da balança e as medidas de mantimentos, comprando os pobres por um par de sandálias. Em nome de Deus, o profeta jura que Deus não se esquecerá de nenhuma dessas ações, (Am 8, 4-8). Por que, aparece Amós iluminando este tema?
Porque ele relata dois “institutos” importantes – na época – que estavam sendo violados: o DIREITO e a JUSTIÇA;
Acontecia o culto a Deus, mas os pobres continuavam oprimidos e esquecidos. E Amós, como tantos profetas e profetisas, assume a “opção” pelos pobres: o estrangeiro, o órfão e a viúva.
Buscai as coisas do alto, isto é, o que mais agrada a Deus... (Cl 3, 1-4) Entre tantas expressões e ritos litúrgicos religiosos os que mais agradam a Deus é a prática do direito, da ética e da justiça. Sem esses elementos toda religião se esvazia e é desprezada por Deus;
Deus está onde se vivencia o amor, o direito e a justiça, integrando gente e natureza /Criação. O cap 25 de Mt, o próprio Jesus recupera este preceito.
A Bíblia é uma revelação progressiva, de Deus, em toda a Criação; A revelação plena do Pai é Cristo, a Palavra encarnada, que veio habitar entre nós;
Na 1ª Aliança encontramos profetisas e profetas anunciando aspectos importantes do direito e da justiça, de acordo com o projeto de Deus.  
A Bíblia nos fala de muitos profetas, aqui ressaltamos Amós por ser dele a inspiração do lema da CFE/2016;
Ele não fazia parte do templo, nem era ligado aos sacerdotes;
Não se identificava como profeta, nem filho de profeta, mas um lavrador que cultivava o campo. Amós se identificava como criador de gado e cultivador de Sicômoros, (Am 7, 14);
Os sacerdotes desse tempo se consideravam os “donos” da religião, porém desprezavam os preceitos de Deus, esvaziando a religião;
De repente, um agricultor aparece falando em nome de Deus. Isso assusta, porque falar em nome de Deus era função exclusiva do sacerdote.
Além de Amós, tantos outros, como: Isaías, Jeremias, Ezequiel, Oséias... criticavam duramente esse comportamento da religião oficial; Eles tem a função de serem porta-vozes de Deus;
O Profeta Oséias afirma que Deus quer fraternidade mais do que homenagens: “pois é o amor que me agrada, e não o sacrifício, e o conhecimento de Deus, eu o prefiro, mais do que os holocaustos”, (Os 6,6);
Em Isaías 58, vamos encontrar o jejum que mais agrada a Deus. Vejamos: Is 58, 6-8:
Os profetas deixam claro que a fidelidade a Deus tem tudo a ver com o cuidado às pessoas e à Criação, obra de suas mãos.
A harmonia da pessoa humana com o meio ambiente perpassa toda a bíblia, para nos confirmar a vida gratificante que Deus planejou para nós.
Saneamento: Atitude Política: Na caminhada do povo de Deus o principio da organização foi importante para garantir a sustentabilidade da caminhada;
Manter o Acampamento sempre limpo. Em Deuteronômio encontramos algumas recomendações, (Dt 23, 13-15);
Deus não entregou a terra com impurezas. A falta de saneamento “desmantela” a criação e afasta o seu Criador. Deus tem a forma física que O damos ou que O queiramos dar; Ele tem a forma da humanidade, e por amor Ele quis ser igual a nós; Daí a necessidade de um encontro pessoal com Cristo, a nossa identidade;
À sua imagem e semelhança Ele nos criou, para sermos semelhantes a Ele. Semelhantes na capacidade de amar, perdoar, conviver, cuidar, acolher, servir...
Jesus “passa a bola” para nós:
As multidões e a Criação desfiguradas precisam do testemunho de pessoas identificadas com Ele. O Cristo que comungamos é o mesmo Cristo crucificado ....Ressuscitado...
Não há comunhão em Cristo sem participar da dor dos nossos irmãos e irmãs expostos à miséria;
Também não há comunhão quando não participamos da dor da mãe Natureza /Criação divina...
Muitos pais se preocupam em dar educação, instrução, trabalho e boa posição social para os seus filhos, mas isso não é suficiente.  Muitos pais se satisfazem em mandar os filhos à igreja ou à catequese. Essa imposição externa não basta se não for sustentada por um forte testemunho.

Educar na fé é muito mais que ensinar práticas religiosas.
A terra é um sistema vivo e complexo que foi presenteado por Deus. É nos somos chamados a cuidar desse presente. O Saneamento básico não um DETALHE na vida do país, é uma necessidade imperativa para que os seres tão amados por Deus possam ter uma vida saudável. Somos chamados a defender esse DIREITO BÁSICO, cuidando primeiramente do ambiente em que vivemos com nossa Família, nosso bairro, cidade e país.
•Vamos, então, fortalecer nossa disposição em cuidar a Nossa Casa COMUM.
ORAÇÃO DA CAMPANHA DA FRATERNIDADE ECUMÊNICA 2016 
Deus da vida, da justiça e do amor,
Tu fizeste com ternura o nosso planeta,
morada de todas as espécies e povos.
Dá-nos assumir, na força da fé
e em irmandade ecumênica,
a corresponsabilidade na construção
de um mundo sustentável
e justo, para todos.
No seguimento de Jesus,
Com a Alegria do Evangelho
e com a opção pelos pobres.
Amém!