sexta-feira, 19 de fevereiro de 2016

1º ENCONTRO DE FORMAÇÃO PARA CATEQUISTAS 2016

1º ENCONTRO DE FORMAÇÃO PARA CATEQUISTAS 2016

Aconteceu no Centro de Formação João Paulo II o primeiro Encontro de formação para Catequistas da Paróquia Nossa Senhora das Graças e o tema desse encontro foi "O Ano Santo da Misericórdia", onde os catequistas presentes fizeram grupos e cada grupo apresentou o que entendeu dos capítulos destinados ao estudo do documento "MISERICORDIAE VULTUS - O Ano Santo da Misericórdia" escrito por Papa Francisco, pois estamos vivenciando desde o dia 08 de dezembro o ano da misericórdia.

Em seu documento Francisco enfatizou o sentido desse Ano Santo: um tempo favorável para contemplar a misericórdia divina que ultrapassa qualquer limite humano. Mas esse período só será realmente favorável se as pessoas escolherem o que agrada a Deus: perdoar seus filhos, usar de misericórdia para com eles para que possam ser misericordiosos para com os outros.
Seja na sociedade, no trabalho e até mesmo na família, a humanidade precisa urgentemente de misericórdia, disse o Santo Padre. Alguns podem até dizer que há problemas mais urgentes para serem resolvidos e Francisco reconhece isso, mas lembrou que na raiz da falta de misericórdia está o amor próprio.
“No mundo, isso toma a forma da busca exclusiva dos próprios interesses, dos prazeres e honras unidos à vontade de acumular riquezas, enquanto na vida dos cristãos se disfarça muitas vezes de hipocrisia e mundanidade. Todas essas coisas são contrárias à misericórdia”.
Por isso mesmo, Francisco destacou a necessidade das pessoas reconhecerem seus pecados para experimentarem a misericórdia de Deus. “É necessário reconhecer ser pecador para reforçar em nós a certeza da misericórdia divina”. E ele ensinou uma oração simples para que se faça isso diariamente: “Senhor, eu sou um pecador, eu sou uma pecadora, venha com a sua misericórdia”.
O Santo Padre disse que seu desejo nesse Ano Santo é que cada um faça experiência da misericórdia divina. Aos olhos do homem, disse, pode até parecer ingênuo pensar que isso possa mudar o mundo, mas aquilo que é fraqueza de Deus é mais forte que o homem.
Foram distribuídos para os catequistas 13 indicações práticas para esse Ano da Misericórdia
  1. Anunciar a misericórdia de Deus, realizar peregrinações;
  2. Ir ao encontro de quem vive nas periferias existenciais
  3. Refletir e praticar as obras de misericórdia corporal e espiritual;
  4. A oração, o Jejum e a caridade;
  5. Realizar as "24" horas para o Senhor;
  6. Participar do Sacramento da Confissão;
  7. Acolher os missionários da Misericórdia enviados pelo Papa;
  8. Perdoar de todo o coração a todos;
  9. Superar a corrupção;
  10. Receber a indulgencia;
  11. Participar da Eucaristia;
  12. Buscar fortalecer o Ecumenismo e o diálogo religioso;
  13. Converter-se.





















sexta-feira, 12 de fevereiro de 2016

CAMPANHA DA FRATERNIDADE ECUMÊNICA 2016

TEMA: CASA COMUM NOSSA RESPONSABILIDADELEMA: QUERO VER O DIREITO BROTAR COMO FONTE E CORRER A JUSTIÇA QUAL RIACHO QUE NÃO SECA. Am 5,24
As Comunidades da Paróquia Nossa Senhora das Graças fizeram no dia 10 de fevereiro de 2016, na Quarta-feira de Cinzas, a Abertura da Campanha da Fraternidade.
Todos os anos as Campanhas das Fraternidades trazem, como lemas, uma “indagação” bíblica, acerca da temática, forma de sermos iluminados pela Palavra. Compreendamos Deus falando a nós por meio das Igrejas e de seus pastores e pastoras;
É o vínculo FÉ e VIDA, para uma ação concreta durante e pós a quaresma. A campanha não se limita aos 40 dias, mas é um instituto constante; É preciso refletir de acordo com a realidade de cada lugar. Para nós, Igrejas da Amazônia, a C.F.E deve ter um caráter diferenciado por estarmos no berço da biodiversidade. “ Quero ver o direito brotar como fonte e correr a justiça qual riacho que não seca”. (Am 5, 24);
O profeta está vivendo em um contexto político de crise, mesmo num reinado de “prosperidade”, no qual nem o direito e nem a justiça estão a serviço dos pobres; A profecia de Amós surge por volta de 760 a.C, denunciando situações de injustiça social e exploração por meio da religião também;
Ele “ataca” tanto os opressores de Israel e de Judá, quanto às nações vizinhas que exploram os pobres; Ele denuncia os que falsificam o peso da balança e as medidas de mantimentos, comprando os pobres por um par de sandálias. Em nome de Deus, o profeta jura que Deus não se esquecerá de nenhuma dessas ações, (Am 8, 4-8). Por que, aparece Amós iluminando este tema?
Porque ele relata dois “institutos” importantes – na época – que estavam sendo violados: o DIREITO e a JUSTIÇA;
Acontecia o culto a Deus, mas os pobres continuavam oprimidos e esquecidos. E Amós, como tantos profetas e profetisas, assume a “opção” pelos pobres: o estrangeiro, o órfão e a viúva.
Buscai as coisas do alto, isto é, o que mais agrada a Deus... (Cl 3, 1-4) Entre tantas expressões e ritos litúrgicos religiosos os que mais agradam a Deus é a prática do direito, da ética e da justiça. Sem esses elementos toda religião se esvazia e é desprezada por Deus;
Deus está onde se vivencia o amor, o direito e a justiça, integrando gente e natureza /Criação. O cap 25 de Mt, o próprio Jesus recupera este preceito.
A Bíblia é uma revelação progressiva, de Deus, em toda a Criação; A revelação plena do Pai é Cristo, a Palavra encarnada, que veio habitar entre nós;
Na 1ª Aliança encontramos profetisas e profetas anunciando aspectos importantes do direito e da justiça, de acordo com o projeto de Deus.  
A Bíblia nos fala de muitos profetas, aqui ressaltamos Amós por ser dele a inspiração do lema da CFE/2016;
Ele não fazia parte do templo, nem era ligado aos sacerdotes;
Não se identificava como profeta, nem filho de profeta, mas um lavrador que cultivava o campo. Amós se identificava como criador de gado e cultivador de Sicômoros, (Am 7, 14);
Os sacerdotes desse tempo se consideravam os “donos” da religião, porém desprezavam os preceitos de Deus, esvaziando a religião;
De repente, um agricultor aparece falando em nome de Deus. Isso assusta, porque falar em nome de Deus era função exclusiva do sacerdote.
Além de Amós, tantos outros, como: Isaías, Jeremias, Ezequiel, Oséias... criticavam duramente esse comportamento da religião oficial; Eles tem a função de serem porta-vozes de Deus;
O Profeta Oséias afirma que Deus quer fraternidade mais do que homenagens: “pois é o amor que me agrada, e não o sacrifício, e o conhecimento de Deus, eu o prefiro, mais do que os holocaustos”, (Os 6,6);
Em Isaías 58, vamos encontrar o jejum que mais agrada a Deus. Vejamos: Is 58, 6-8:
Os profetas deixam claro que a fidelidade a Deus tem tudo a ver com o cuidado às pessoas e à Criação, obra de suas mãos.
A harmonia da pessoa humana com o meio ambiente perpassa toda a bíblia, para nos confirmar a vida gratificante que Deus planejou para nós.
Saneamento: Atitude Política: Na caminhada do povo de Deus o principio da organização foi importante para garantir a sustentabilidade da caminhada;
Manter o Acampamento sempre limpo. Em Deuteronômio encontramos algumas recomendações, (Dt 23, 13-15);
Deus não entregou a terra com impurezas. A falta de saneamento “desmantela” a criação e afasta o seu Criador. Deus tem a forma física que O damos ou que O queiramos dar; Ele tem a forma da humanidade, e por amor Ele quis ser igual a nós; Daí a necessidade de um encontro pessoal com Cristo, a nossa identidade;
À sua imagem e semelhança Ele nos criou, para sermos semelhantes a Ele. Semelhantes na capacidade de amar, perdoar, conviver, cuidar, acolher, servir...
Jesus “passa a bola” para nós:
As multidões e a Criação desfiguradas precisam do testemunho de pessoas identificadas com Ele. O Cristo que comungamos é o mesmo Cristo crucificado ....Ressuscitado...
Não há comunhão em Cristo sem participar da dor dos nossos irmãos e irmãs expostos à miséria;
Também não há comunhão quando não participamos da dor da mãe Natureza /Criação divina...
Muitos pais se preocupam em dar educação, instrução, trabalho e boa posição social para os seus filhos, mas isso não é suficiente.  Muitos pais se satisfazem em mandar os filhos à igreja ou à catequese. Essa imposição externa não basta se não for sustentada por um forte testemunho.

Educar na fé é muito mais que ensinar práticas religiosas.
A terra é um sistema vivo e complexo que foi presenteado por Deus. É nos somos chamados a cuidar desse presente. O Saneamento básico não um DETALHE na vida do país, é uma necessidade imperativa para que os seres tão amados por Deus possam ter uma vida saudável. Somos chamados a defender esse DIREITO BÁSICO, cuidando primeiramente do ambiente em que vivemos com nossa Família, nosso bairro, cidade e país.
Vamos, então, fortalecer nossa disposição em cuidar a Nossa Casa COMUM.
ORAÇÃO DA CAMPANHA DA FRATERNIDADE ECUMÊNICA 2016 
Deus da vida, da justiça e do amor,
Tu fizeste com ternura o nosso planeta,
morada de todas as espécies e povos.
Dá-nos assumir, na força da fé
e em irmandade ecumênica,
a corresponsabilidade na construção
de um mundo sustentável
e justo, para todos.
No seguimento de Jesus,
Com a Alegria do Evangelho
e com a opção pelos pobres.
Amém!

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2016

CAMPANHA DA FRATERNIDADE ECUMÊNICA 2016

REPASSE DA CAMPANHA DA FRATERNIDADE ECUMÊNICA 2016

TEMA: CASA COMUM NOSSA RESPONSABILIDADE
LEMA: QUERO VER O DIREITO BROTAR COMO FONTE E CORRER A JUSTIÇA QUAL RIACHO QUE NÃO SECA. Am 5,24

A Paróquia Nossa Senhora das Graças realizou no dia 02 de fevereiro de 2016 o Repasse da Campanha da Fraternidade para as Lideranças das Comunidades, Pastorais e Movimentos, Ministros da Palavra e Eucaristia, Liturgistas e Catequistas da Paróquia, no Centro de Formação João Paulo II.

Participaram desse encontro aproximadamente 115 pessoas.

                                       



Aproveitamos também para dar as boas vindas ao Frei Hélio Aparecido que chegou em nossa Paróquia para trabalhar junto aos paroquianos.
Que Deus abençoe e proteja e ilumine seus passos nessa nova Casa!